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hey baby, take a walk on the wild side



Não é que eu tenha crescido, e não precise mais do blog.
É que eu não tenho mais tempo de escrever. :/



Escrito por Carol às 21:50:51
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Esqueci que tinha blog.

HAEIUHEAIUEAHEAIUAEHEAIUHEAIUHEAIUEAHIUEAH

Tá, essa foi ridícula eu sei. É que minha mente tá esgotada, eu vou catar uns textos antigos pra postar depois.



Escrito por Carol às 21:08:13
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Por que a gente não pode fazer igual na propaganda da Claro e experimentar antes de escolher?



Escrito por Carol às 21:19:09
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De http://www.youtube.com/watch?v=gwqxwoQz6XE&feature=related



Escrito por Carol às 12:12:33
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Vontade dá. E passa.
Controlar o grito, apertar a felicidade, conter a raiva é difícil, mas não é impossível. Ás vezes, somos obrigados a nos colocar em segundo plano. Aturar a vontade dos outros, tolerar aquilo que não é prioridade pra a gente. O desejo de fazer, de ser, de ter nem sempre podemos mostrar, porque simplesmente invade a vontade do outro. É verdade que pode ser bom, experimentar da vontade do outro. Se permitir enxergar sob outra perspectiva, pode até dá inspiração, pode fazer a gente aprender um bocado, pode livrar-nos de vários preconceitos e mitos.  Mas não dá pra ser assim o tempo inteiro. Uma hora o grito escapole, a felicidade derrama e a raiva extrapola, chega uma hora que fica difícil demais, perto demais do impossível e é preciso demonstrar. Vai ter que ficar importante, em algum momento, a nossa vontade também e ela finalmente vai ser possível. Uma hora a gente vai querer que os outros nos aturem também.



Escrito por Carol às 12:37:17
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Tinhamos apenas uma caneta, bem pouco dinheiro, uma mala na mão direita e um ideal na mão esquerda.Parecia bem pouco, mas, perto do que carregava firmemente na mão esquerda, como se fosse o mais valioso dos meus bens(mesmo sendo este imaterial), se tornava o suficiente - nossos ideais faziam de tão pouco, muito.
Sim, éramos jovens. A nós pertencia o amor pela vida, a vontade de mudar o mundo e todas as utopias em que quiséssemos acreditar. E acreditávamos com tanta vontade, com tanta paixão, que estas se tornavam, aos poucos, os pilares de nossas vidas.Nada do que fosse permetido nos atraia: gostavamos de tocar o desconhecido. Ninguém além de nós entendia essa sede de viver,apesar de nossa intenção nunca ter sido chocar ou chamar a atenção(apesar desta ser precisa por vezes), fazíamos coisas proibidas como prova de nossa liberdade. Era apenas isso: queríamos nos sentir livres. O mundo nos tinha sido apresentado com padrões e regras a serem seguidos, mas nós queríamos algo mais deste mundo. Queríamos verdadeiramente ser, ao invés de estarmos sendo sempre.
Apesar de tanta amarras nos prenderem, não desistíamos nunca da felicidade. Estávamos longe de sermos pessimistas. Éramos, antes de tudo, sonhadores. E estes sonhos que nos davam forças para continuar. Parecer idiota, parecer pateta, palhaço, ignorante, burro, louco, doente...nada mais tão simples e banal como aparentar nos importava! Sempre preferíamos "o risco do manicômio ao risco do cárcere".


Escrito por Carol às 18:14:09
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Custa muito ser gentil? Sério mesmo, custa quanto?
É caro demais dá um 'bom dia'? Machuca tratar alguém bem? Ser legal com as pessoas, quando elas também são legais com  você pode ser bom. Tentar se abstrair dos preceitos e ser educado, ou até polido mesmo, pode fazer tanta diferença! Fazer um esforço enorme pra não julgar alguém pela cara, pela aparência física, pelo modo de se vestir ou de andar pode trazer tantas surpresas, tanta coisa que a gente não imagina. [Queria conseguir entender pq a gente tem tanto medo do novo, mas isso é assunto pra outro post] Você dedicar uns 1,5 segundos da sua atenção pra dar seu lugar no buzu pra um velhinho pode ser tão reconfortante, [apesar de vc ir em pé o resto do caminho com o buzu lotado e com gente mal-cheirosa perto de vc] quem tem avós sabe do que eu tô falando... Escutar um 'obrigada' ás vezes é tão bom. Ser legal pode causar inveja nos outros, pq tem gente que simplesmente não sabe ser legal, só sabe ser invejoso mesmo. Não sabe tratar os outros bem, não sabe ser humilde. Observe se gente desse tipo tá satisfeito com alguma  coisa? Tá feliz com alguma coisa?  Mas fazer o que? Azar o deles...
Ser gentil é tão simples. Um dia as pessoas entendem isso e se tratam melhor.



Escrito por Carol às 22:28:15
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A gente só gosta do que não presta. O que presta, nem sempre é o que serve. O que não presta tá ali, impossível, intocável, proibido, mas ainda assim é melhor do que o que a gente tem e é permitido. O que é mais difícil, é mais interessante, é mais atrativo, o desafio de conseguir torna tudo muito mais chamativo. O fácil, alcançável se torna chato, entediante e talvez até obsoleto.
O que é certo, que cumpre as regras, que é padronizado uniformimente, o homogêneo, igual, é sempre muito mais simples, mais óbvio, mais previsível e por causa disso mais cansativo. O que desafia, desregula, desconstrói, instiga a ir mais além, se põe de forma extremamente atraente e desperta a vontade de transgredir.

Mas por que que a gente ás vezes não consegue desafiar, desregular, descontruir? Por que que a gente é forçado a se contentar com o que tá "dentro dos padrões"? Por que que a gente não pode querer ir além, ser algo mais? Ser outra coisa?



Escrito por Carol às 00:00:04
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